©️2026 Alberto Romano Schiesari
"Você não serve pra mim" é uma canção de autoria de Renato Barros, e cantada, entre outros, por Marisa Monte. Essa frase título de música traduz "di-rei-ti-nho" o que milhões de brasileiros pensaram dia 25 de outubro de 2026 ao não votar num dos candidatos.
Mas...
A vida real consegue ser bem mais perversa do que nossa pobre imaginação consegue conceber. A esperança dos brasileiros de bem caiu tanto quanto a bolsa de valores no dia seguinte. Ela quase acabou.
Digo "quase" pois a esperança tem que ser sempre a última que morre. Precisamos manter acesa sua chama.
É necessário que haja algum bálsamo capaz de aplacar a dor que tantos cidadãos brasileiros sentem neste momento difícil de nosso país, dominado pela corrupção. Estamos todos repletos de dúvidas, incertezas e preocupações quanto ao nosso futuro e o de nossos entes queridos.
Nuvens negras escurecem nosso horizonte. O prenúncio é de tempestade, de tsunami.
É momento de prudência, mas não de apatia.
É tempo de espera, e não de desistência.
Não adianta reclamar, mas aceitar o inaceitável seria até pior.
É hora de raspar a panela de nossa vida, de nossa paciência e de nossa coragem, para conseguir obter a energia que nela esteja escondida ou adormecida. Energia não pode ser desperdiçada, precisa ser aproveitada.
O "lado vencedor" dos últimos acontecimentos comemora cometendo atrocidades, agindo criminosamente, perpetrando vinganças contra desafetos. Faz declarações disparatadas, toma medidas atrapalhadas, dispara ações precipitadas. Comete absurdos inimagináveis, movidos somente por vingança, maldade e perversão.
Ao invés de criar vergonha na cara e fazer algo útil para as maltratadas pessoas físicas e jurídicas, os "!vencedores" se dedicam a pisar nas leis, nos cidadãos de bem e nas empresas, todos esmagados pela carga tributária capaz de fazer corar os prepostos do rei de Portugal, que aqui exploravam a população nos tempos do Brasil colônia.
A turma do mal age de modo doentio, ao invés de produzir algo útil, de buscar soluções para os incontáveis problemas que ela mesma criou. O objetivo é criar problemas, e não os resolver.
Sabem destruir, e fazem isso com muita competência. Até sabem como construir e reconstruir, mas deliberadamente não fazem isso, pois a eles interessa o caos que faz os desafortunados dependentes do Estado.
Tempo e dinheiro são gastos para planejar e executar falcatruas, e não para realizar ações voltadas para o bem social.
Os canalhas plantam a anarquia para colher poder.
Muitos absurdos já foram feitos no curto período transcorrido entre o dia 25 de outubro e agora, quando você lê estas linhas.
Essas barbaridades são apenas um leve aperitivo do que a turma do mal quer, de fato, fazer. E vai conseguir, a não ser que seja impedida de alguma forma. Por exemplo, por "forças superiores" ou, como dizem que Jânio Quadros disse, por "forças ocultas"...
A refeição que eles pretendem fazer apenas para si mesmos e para seus comparsas, desde a entrada até a sobremesa, incluindo o charuto depois do licor, é feita de excessos que os menos favorecidos nem sabem que existem. Mas a conta desse banquete será paga por quem dele não irá participar.
Do lado oposto dos "vitoriosos!, os "derrotados" estão impossibilitados de reagir, sofrem com uma espera enervante, sofrem num limbo sem saber o que vai ser deles próprios, de suas famílias, de seus entes queridos.
A estrada que estamos seguindo é de pedra. A chuva já começou, vem aí um aguaceiro, e o vento é de furacão. E preparem-se para muitos relâmpagos.
Não somos mais uma democracia, ainda falta um trecho para nos equipararmos à Coreia do Norte. Mas estamos pareados com a Rússia, bem próximos de uma Venezuela. A parada final dessa “viagem” é a ditadura, exatamente como ocorreu e ainda ocorre com todos os países que desgraçadamente caem nas garras de regimes políticos comunistas, mesmo que a economia seja capitalista.
O comunismo não é mais um regime de governo, e sim um regime de poder que usufrui de benesses do capital, dando luxo aos donos do poder, enquanto a população sofre na miséria.
Estamos à espera de um milagre, de algo que impeça que essa canalhice seja implantada no Brasil.
Quem tem fé, quem tem religião, por favor reze fervorosamente. Peça uma intervenção divina. ASAP. Exija, implore ao seu deus, qualquer que seja, que ele se mostre agora, já. Que ele revele todo o poder que dizem que tem. É agora ou nunca, depois será muito tarde.
Aos agnósticos (como eu) e aos ateus peço que, pacificamente, apoiem os crédulos nessas tarefas de implorar por forças sobre-humanas, para que, caso o Universo possa e queira colaborar, ele envie imediatamente um sinal explícito e claro do que os cidadãos de bem devem fazer neste momento tão difícil. Pode até ser por e-mail ou whatsapp. Mas tem que ser logo!
Para os menos favorecidos o berço está muito longe de ser esplêndido. Ele está muito desconfortável, pior do que uma manjedoura sem forro, sem cobertas e repleta de espinhos. Um berço que não tem nenhuma mãe atenta para ninar sua cria.
Há sim, ao lado do berço rústico dos mais necessitados, vários canalhas que sugam sangue, suor e lágrimas de quem precisa e espera proteção.
É preciso que todos unam forças, de forma a impedir que a desgraça do comunismo caia sobre o Brasil.
É necessário que de uma vez por todas o comunismo seja criminalizado, exatamente da mesma forma como foi feito na Polônia, que por décadas sofreu com a maldição desse regime ditatorial.
Ele é tão nocivo para a sociedade quanto o nazismo e o fascismo. Na verdade, são três “farinhas do mesmo saco”. Não têm nada de ideologia nesses "sistemas". Eles são apenas uma estrutura de ideias arquitetada para serem usadas como um arcabouço ideológico que eterniza canalhas no poder, vivendo no luxo pago pelos pobres.
Até dia 5 de janeiro muita água irá correr nos rios do destino brasileiro. Muitas mudanças radicais irão ocorrer no Brasil, para o bem ou para o mal. Talvez sejam antecipadas, talvez sejam boas, se forem para nos livrar dos canalhas. Mas podem ser muito ruins, se forem capitaneadas por quem é do lado do mal, da bandidagem.
Nosso futuro depende demais da guerra, por enquanto fria, entre o bem e o mal. Entre a liberdade e a escravidão. Entre a justiça e a injustiça. Entre o bom senso e a esculhambação.
Entre o "Escudo das Américas" e o "Foro de São Paulo".
É necessário impor barreiras intransponíveis
para que os países-abutres do Oriente, sob a proteção dos canalhas, parem de rondar e bicar o quase cadáver da democracia brasileira, e sejam frustrados em seus objetivos.
ALBERTO ROMANO SCHIESARI
-Economista;
-Pós-graduado em Docência do Ensino Superior;
-Especialista em Tecnologia da Informação,Exploração Espacial e Educação STEM;
-Professor universitário por mais de 30 anos;
-Consultor e Palestrante.
Nota do Editor:
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