segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Vacinas, sim ou não?


 Autora: Monica Formigoni (*)

O Coronavirus, conhecido como Sars e existente desde 2004, apareceu com maior força em 2019, deixando a população assustada com as informações sem dados científicos, passadas pela mídia mundial.


Com a população em pânico, muitos políticos, não apenas brasileiros, compraram doses de vacinas antes do virus chegar ao país, imunizantes que eles alegaram salvar vidas. No início eram 95% de imunização, o que caiu para 70% e depois para 50% e crianças raramente eram afetadas, consequentemente a população passou a implorar pelas doses. 


A ineficácia do imunizante foi se comprovando com o tempo, então o discurso foi de que a vacina reduziria a transmissão, mas não foi o que aconteceu no cruzeiro, onde todos os tripulantes estavam vacinados e ficaram de quarentena pela contaminação.


Sem essa comprovação, então o discurso político passou a ser: ’Não reduz a transmissão mas impede a forma grave’, então vieram muitas outras mortes. Logo depois surgiu o discurso: ‘ Não impede a forma grave mas reduz a UTI’, ‘Não impede UTI, mas reduz mortes’. E assim eles vão aplicando dose sobre dose na população que entrou em desespero por causa do virus.


Ninguém sabe exatamente que tipo de virus os chineses ‘colocaram’ no mundo, mas enquanto cientistas conceituados estudam o virus e as formas de combatê-lo com imunizantes seguro, ainda está na medicina baseada em evidência a maneira mais segura de salvar vidas sem sequelas, por medicamentos já conhecidos e eficazes no continente Africano, onde a população foi a menos atingida com o virus.


Mas enquanto o imunizante eficiente e seguro não chega à população, os laboratórios produtores da vacina se mantém imunes à futuros processos por possíveis sequelas do produto e cientistas, que antes apoiavam a OMS - Organização Mundial de Saúde, lutam contra o órgão mundial e se fortalecem comprovando suas teorias.


E não se esqueçam que, na Cracolândia não houve vacinação, não houve casos de contaminação e mortes pelo virus, não havia máscaras e alcool gel. Talvez o virus seja treinado e goste de viver em ambientes higienizados.


Obs.: Quando uma pessoa toma um antibiótico não eficaz a um virus, este virus sofre mutação e se fortalece, podendo levar a morte, não apenas a pessoa mal medicada, mas todos ao seu redor. 


* MÔNICA FORMIGONI




-Radialista e Jornalista; 
-Brasileira, apaixonada pela pátria e lutando por um País livre e grande, como o povo merece.






Nota do Editor:

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