segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Nossa guerra por aqui é outra!


 Autor: Eli dos Reis (*)

O que o mundo temia, aconteceu:

O presidente Vladimir Vladimirovitch Putin, da Rússia, invadiu o país do presidente Volodymyr Olexandrovytch Zelensky, a Ucrânia! O mundo ficou atônito e a União Europeia gelou. Os medos todos vieram à flor da pele. De repente todos olharam para Joseph Robinette "Joe" Biden Jr e em uníssono pensaram: Donald John Trump estava certo!

Na mente de todos começa a fazer sentido a frase “Homens fracos, criam tempos difíceis”, vista repetidas nas mídias sociais.

Comecei este artigo fazendo menção à guerra entre Rússia e Ucrânia, dando ênfase à comoção que a beligerância causa às pessoas.

Aqui no Brasil a nossa guerra é bem outra. A que se vê por aqui é a de um governo muito atacado que luta para vencer os tempos difíceis imposto pela pandemia e oposição rígida no meios políticos e na justiça. Afora isso, o governo goza de muito boa aceitação popular, especialmente entre os menos privilegiados que vêm tudo que está sendo feito para melhorar sua vida. Essa aceitação é bem marcante entre os mais de 57 milhões que, querendo que seu o país mudasse, votaram nele.

Medidas para dar sustento à economia e ao povo, eram muito necessárias, então, o presidente lançou um programa cujo nome já dá uma ideia do que se propunha: Caminho da Prosperidade.

E o "Brasil diferente" começou a andar, tendo a seu lado seus apoiadores, otimistas, torcendo para que os feitos prometidos em campanha começassem a acontecer. Os ânimos contrários começaram seu ataque a tudo que fazia o governo recém-eleito. Os Ministros são indicados e empossados, implantação de medidas começam a ser listadas.

Quando tinha tudo para deslanchar, à semelhança da Ucrânia nos dias de hoje, sofremos uma invasão violenta: Pandemia do Coronavírus, a famigerada Covid19! Começam os lockdowns, restrições, o “fique em casa, a economia a gente vê depois” os desentendimentos entre o presidente e os governadores, dificuldades de todos os lados.

Na pior pandemia dos tempos atuais o governo trabalhou duro, negociou com o Congresso Nacional, fez contas e conseguiu com o Auxílio Emergencial, colocar comida nas mesas dos brasileiros, para mais de 68 milhões deles. Com o Auxílio Brasil, que integra políticas públicas de assistência social, saúde, educação, emprego e renda, faz atendimento àqueles que vivem em situação de extrema pobreza e aqueles em situação de pobreza.

O que vimos no Brasil, foi que mesmo tendo a crise assolado a economia, os estragos por aqui foram menores que em boa parte de países, até os mais desenvolvidos e potentes economicamente. Os preços dos combustíveis e gás, subiram muito, é verdade, mas em muito menor escala que na Inglaterra, por exemplo. Isso nos mostrou que nossa guerra, ainda que violenta e difícil de ser debelada, poderia ser debelada e o país continuou lutando com afinco.

Nossa economia que teve um alento com a aprovação da reforma da Previdência e autonomia do Banco Central, sofreu muito, mas continuou andando e dando empregos. A política adotada pelo governo preservou mais de 10 milhões de empregos. Nas cidades mais distantes os valores liberados como auxílio emergencial fez a economia e o comércio locais continuarem girando, menos pessoas perderam emprego, mas, o mais importante, a economia informal, aqueles que não têm carteira assinada, continuaram tendo condições de sustentar suas famílias, e a vida continuou.

O avanço nas privatizações ajudou a economia continuar otimista, mas mais que isso o incremento das construções de habitações do antigo MCMV para renda até dois mil reais ajudou na manutenção de muitos empregos, e, até na geração de mais empregos em certas localidades. Os investimentos nessa área totalizaram 1,49 milhão de casas, o que nos fez ver que o emprego foi garantido e moradias foram oferecidas. Na área de segurança hídrica foram investidos 1,1 bilhão de reais para contabilizar 61 obras, sendo 50 na região mais sofrida e abandonada, o Nordeste do Brasil. Isso beneficiou mais de 14,5 milhões de pessoas, fazendo a população ter esperança de que sua situação poderia melhorar, mesmo na crise que estava vivendo.

Outro setor que foi altamente colaborador para que a população não perdesse todos seus empregos e renda, coram os investimentos em Obras, e, durante o período elas foram uma alavanca que empurrava a crise para os lados e a economia continuou indo em frente. O país fechou 2021 com 108 obras e 39 ativos foram concedidos à iniciativa privada. Em 2022 muitas obras estão planejadas e devem continuar gerando empregos. Neste ano deverão ser leiloados 50 ativos com investimentos de 165,0 bilhões. Em 2022 o setor continuará dando emprego e renda aos trabalhadores, pois, estão listadas para serem realizadas ainda em 2022, as seguintes obras:

  • Construção de ponte em Brasileia, no Acre;
  • Restauração de 50km na BR-364, entre Feijó para Sena Madureira, também no Acre;
  • Construção de 2 pontes na BR-425, em Rondônia;
  • Pavimentação de 30km da BR-156  no Amapá; e
  • Conclusão da pavimentação da BR-163 Pará, entre Rurópolis e Santarém.

Esse volume de obras trará volume considerável de investimentos, gerando empregos e os brasileiros terão salários para sustentar suas famílias. De acordo com análises do Fundo Monetário Internacional (FMI) e de consultorias brasileiras, nossa economia deverá crescer entre 0,8% e 1,9% em 2022.

Como por aqui em nosso país a guerra é bem outra da que estamos vendo entre Ucrânia e Rússia, o que acontece nessa guerra só pode nos trazer satisfações. O que vimos até aqui foi a população, embora sofrida pela pandemia, podendo continuar com esperança e tendo seu sustento, pois, apesar das dificuldades continuou trabalhando, nem todos é verdade, mas os que perderam seus empregos, foram beneficiados pelo auxílio emergencial.

Por tudo que listamos até aqui, pode-se notar que, apesar da imprensa tradicional deter-se apenas e tão somente em aspectos negativos e muito desmotivadores, a economia continua andando e indo relativamente bem, se comparada a outros países.

Analisando cidades do interior, quero comentar um pouco de Ribeirão Preto, minha cidade, no interior do Estado de São Paulo. Aqui a economia continua bem e expandindo-se aos poucos. Prova disso são três novos shoppings a céu aberto, os chamados de open malls. Uma quarta unidade do tipo, já em funcionamento na zona Sul, foi vendida e tem novos investimentos anunciados.

Nos bairros mais distantes do centro da cidade lojas e lojinhas voltaram a ser abertas ou reabertas. O movimento de pessoas nas ruas tem aumentado consideravelmente nos últimos tempos, logo após iniciarem estudos da prefeitura local sobre liberação total do comércio e serviços, estando se planejando, inclusive, a liberação da população do uso de máscaras. Um segmento de muito destaque, puxado pelo sistema de entregas pelos sistemas implantados pelas empresas iFood, Rappi, Uber Eats e similares, foi o de alimentação, que literalmente explodiu na cidade.

A retomada econômica na cidade ainda tem a previsão de abertura de três novos supermercados, e mais duas lojas de redes móveis e eletrodomésticos foram já inauguradas em 2022. As novidades vão gerar empregos, além de movimentar outros setores, como o da construção civil. Para que todos os investimentos sejam concluídos, o mercado espera que a pandemia se mantenha controlada nos próximos meses.

Pelo que se vê, indo do país até meu município, olhando e analisando o que está ocorrendo, as esperanças se renovam e começamos ter mais certeza de que 2022 será um ano especial para nós brasileiros.

Nossa guerra começa a ser vencida!

Fontes de consultas, entre outras:

1Sites oficiais “gov.br”, dos ministérios e instituições oficiais e

. Site  https://www.acidadeon.com › ribeiraopreto

EELI DOS REIS



-  Especialista em Gestão Empresarial pela Universidade Paulista (UNIP);

  -Especialista em Planejamento, Implementação e Gestão de Educação a Distância pela Universidade Federal Fluminense;

  -Graduado em Economia pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da UMC- SP; 

- Realiza Seminários e é Consultor Empresarial e de Vendas.

Nota do Editor:

Todos os artigos publicados no O Blog do Werneck são de inteira responsabilidade de seus autores.

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